
Na história do mundo existem diversos fatos que não deveriam, ou pelo menos não precisavam, ter ocorrido; são acontecimentos que podem ser classificados entre o "estúpido" e o "arrogante", factóides criados apenas para atingir os objetivos de determinada elite em detrimento da boa fé dos demais.
Pois bem, vamos aos fatos.
A China surpreendeu os Estados Unidos ao, utilizando-se de um míssel teleguiado, destruir um satélite em pleno espaço no dia 11 de janeiro deste ano. Os chineneses alegaram que era um antigo "satélite metereológico" e que precisavam destruí-lo antes que ele pudesse cair na terra; apesar da desculpa, o recado foi claro: "temos capacidade de atingir seus satélites". Considerando que as forças armadas americanas dependem fortemente de seu aparato tecnológico, incluíndo aí os satélites militares, logo soaram os alarmes e o Tio Sam colocou-se a criar uma situação de equílibrio.
A resposta foi rápida, os americanos "descobriram" um satélite, o L21, que estava à deriva e carregado de uma substância "tóxica", com o nome de hidrazina e que, coincidentemente também estava para cair na terra por estes dias.
Divulgaram o fato para o mundo todo, houve até apreensão (há o fato, ainda não confirmado, que numa cidadezinha ocorreu uma novena para que Ele ajudasse na mira), mas em 21 de fevereiro o missil ianque atinge seu objetivo e tudo volta ao normal.
Desta vez foram os chineses que reclamaram, alegando que os americanos estavam provocando e forçando uma corrida. Bem, esta realmente houve, com um breve espaço de pouco mais de um mês entre um lançamento e outro.
Interessante que aqui no Brasil as notícias sobre os eventos chineses não foram tão divulgados quanto os do lado americano, a verdade é que houve uma situação de quase pânico mundial apenas por conta de uma briga do tipo "eu também posso"; os fatos alegados nada mais foram do que manobra, instrumento de propaganda.
Voltando ao Brasil, em pleno escândalo dos cartões corporativos eis que surge a notícia do roubo da Petrobras.
Dizer que informações capazes de afetar a empresa e até mesmo a soberania nacional foram armazenadas dentro de alguns notebooks e estes por suas vez despachados dentro de um container e depois "deixados" num depósito de porto é substimar a inteligência nacional -"me poupe", diria uma antiga conhecida, mas parece que esta besteira está funcionando.
Vendo os jornais, muitas manchetes dos famigerados cartões corporativos foram substituídas pelas informações do caso da Petrobras, com direito a Polícia Federal e o "diabo a quatro" nas investigações; imaginam que somos tolos, o duro é que eles tem razão.
Chineses e americanos travam uma luta no espaço ( de olho na futura questão de Taiwan); no Brasil até o Evo Morales e a Argentina, quem diria, estão dando munição para outra cortina de fumaça com a questão do fornecimento de gás para aquecer o inverno do país vizinho.
É certo que esta vez Lula não será tão bonzinho com seus colegas, mas como no episódio dos notebooks, será apenas para que esqueçamos aquele caso dos cartões, que como é mesmo o nome ? Acho que já esqueci ! Mas, você viu o míssel dos americanos ?
para saber mais, e não esquecer:

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