terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Blue ray ganha do HD DVD. E Fidel renuncia


Político que se preza sempre vira piada carregada de analogias, mudam-se os personagens (às vezes as situações) mas não se perde o humor.
Existia uma piada sobre uma suposta reunião entre líderes do Brasil, Alemanha e Inglaterra (na época de Margareth Tatcher e da guerra das Malvinas ).
Durante um acalorado debate, a representante inglesa coloca os seios à mostra e diz: "são as Malvinas, ninguém toca !" O alemão baixa as calças, comprime as bandas (eu disse "bandas") e também grita: "são as Alemanhas, ninguém junta !" como não podia deixar de ser, o presidente brasileiro abre o zíper da calça e coloca o seu sobre a mesa (não preciso ser explícito) e brande: "este é o Brasil, ninguém levanta!"
Com o tempo as Alemanhas se reunificaram e milhares de turistas invandem todos os anos as Malvinas. Quanto ao Brasil, bom isto é opinião pessoal.
Nos anos 80 houve um grande embate entre dois sistemas de entretimento popular, uma luta entre os padrões Betamax e VHS. Apesar da superioridade tecnológica e de imagem do primeiro, o VHS venceu a parada.
Hoje as tecnologias se sucedem com rapidez impensável para as décadas passadas, assim mal entramos na época do CD e DVD e outro formato já vinha disputando nossas atenções, no caso o Blue-Ray e o HD-DVD. Vinha, porque a Toshiba, grande incentivadora do HD anunciou que irá descontinuar a produção do mesmo, aderindo ao Blue-Ray.
Ligo o computador e vejo que Fidel acaba de dizer que renuncia ao poder de Cuba.
Corro para a página virtual de notícias de Cuba, para "sentir" a emoção dos cubanos. É nesta página que vejo, logo abaixo da matéria de Fidel, a chamada para o artigo postado pelo "La Vanguardia" espanhol.
Ao final do texto, fica a incógnita dos órfãos do sistema que ora se vai: "¿Qué sucederá ahora con las personas que han adquirido un reproductor de HD DVD? Toshiba no ha anunciado ninguna acción al respecto".
Será que poderemos brindar com uma cuba-libre ?

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